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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Tristeza


Tristeza.
A forma pacata de dizer que não se sente bem, que nada no mundo, por mais engraçado que possa parecer, não lhe arrancará um sorriso, não te fará feliz, exatamente porque o que sente é o antônimo de felicidade. 
Tristeza.             
Que nos torna prisioneira, que enlouquece e destrói a alma. Faz com que o corpo sucumba não suportando a mágoa devassa e avassaladora, enclausurada dentro dum peito consumido por amarguras. 
Tristeza.
Fruto da maldade inverossímil, veio se colocar mediante ao meu sorriso, fazendo o espírito do mais forte dos homem pestanejar a dor causada por ti. Fico a fugir de minha própria demência, causadas não apenas pela tristeza, mais pelo medo, obscuro e decrépito que nunca termina.
Tristeza.
Que me torna caçada pelo ódio, que insiste em atordoar a alma já gasta e ferida, daquele que não mais suporta tanta dor. Vem encher de veneno as veias entorpecidas por onde corria a vida, dilacerada por amor. 
Tristeza.
Maldita seja! Angústia que não dissolve com o tempo, que não se acaba com a tempestade nem o vento, torna fraco o mais forte, e sofrido o mais feliz... 
Maldita seja! A angústia do peito, que só se esvai em leito fúnebre, para quem lho tem direito!

                                                                                                                                                             M. Sprenger

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Presas da verdade



-        Eu não gosto de você! – ele me abraçava forte enquanto eu dizia essas palavras.
-        Ah, pare com isso, engraçadinha. – odiava quando ele tornava aquilo uma comédia. Meu semblante sério continuava ali, para que ele o visse e acreditasse.
-        Pare de me abraçar, isso me irrita! – afastava seus braços inutilmente, pois estes continuavam ali, enlaçados ao meu redor.
-        Por que se faz de arisca? Eu sei que no fundo você não é assim. – O garoto estúpido que se considerava meu melhor amigo agora emaranhava meus cabelos.
-        Seu estúpido! O que está fazendo? – arrumava meus cabelos desfazendo os nós.
-        Não fique nervosinha! – A coisa que eu mais odiava em todo o mundo é que dissessem a blasfêmia que acabara de ouvir.
-        Cala boca, eu não estou nervosa! Se você está incomodado saia de perto, eu faria bom proveito da sua distancia, você me incomoda, muito!
-        Não vou sair. Eu gosto da sua companhia, por mais que você seja essa chatinha. – Ele fazia caretas enquanto uma fúria desastrosa começava a surgir e querer explodir dentro de mim. Odiava quando as pessoas falavam no diminutivo.
-        Eu te odeio! – Dava tapas e empurrões no detestável menino.
-        Pare, pare, eu sei que é assim que você demonstra seu carinho, mas já está me machucando... – ele dizia, tentando se esquivar.
-        É para fazer sangrar mesmo! – me levantei furiosa – Que desgraça eu devo ocasionar na sua vida para que você entenda, de uma vez por todas que eu te odeio?
-        Eu nunca vou acreditar nisso. Simplesmente porque sei que é mentira. – ele continuava com as caretas.
-        Eu te adoro, você é muito querido pra mim!Agora acha que estou mentindo?
-        Você está falando a mais pura verdade. – cai com as mãos ao rosto. Não sabia como faze-lo crer no que dizia, ele me irritava.
     -    Você vai continuar até quando preso por essa verdade que só você acredita? – ele se calou. Era hora de entender que a mentira era aquilo que ele continuava a acreditar. 
E é assim que pessoas acabam sendo presas de uma verdade em que só elas acreditam...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Annelize



Tudo começa quando abro o caderno e pego a caneta. Tento pegar a caneta, seria mais correto. Imensa dificuldade para te-la em meu domínio, já que ainda não estou adepta ao fato de que sou apenas uma camada fina de moléculas de carbono, que unidas formam uma espécie de manto, um manto fino e frágil, com forma humana. É como se eu, Annelize Crown, tivesse morrido e virado água. A água é tão volatil como o manto que visto. Tão difícil de se ter como a caneta. Muito fácil de escapar.
Como a água, para conseguir ter qualquer coisa que queira em meu domínio, preciso me concentrar e encontrar a nascente, o meio, o raio, e bem nesse exato lugar é que vai existir a estabilidade, para que eu consiga o poder do toque. É como se você desse um soco na água. Provavelmente ela iria jorrar para todos os lados, mas, se você der apenas um tapa, rápido e certo com a palma de sua mão, a água não se espatifará em gotas, por que no meio existe a estabilidade.
A água. Ela define perfeitamente o que é estar nessa forma, tão indefinida e instável, assim como eu. Poltergeist.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

O que vale a pena?

Texto para o terceiro creare-textual


Como é bom sentir esse vento batendo no rosto! Toda essa liberdade que posso sentir quando abro os braços e me lanço ao universo para que ele me acolha. Deixo todos aqueles pensamentos mesquinhos saírem da mente, procuro refugio na noite, na areia, na água e em seus braços, a luz do luar, que brilha mais esta noite. Com meus pés descalços sinto a vastidão da natureza e me deixo levar... Ah como é bom sentir-se livre! Ter a certeza que naquele momento não preciso de mais ninguém, pois tudo que necessito está lá. O tempo para nesse momento! Mas como pode o tempo ser tão doido? Ou será que sou eu? Sinto que quando estou contigo ele para e quando estou longe ele voa, acho que nós temos o nosso próprio tempo, e fazemos bom proveito dele. Então me abrace forte agora e não diga nada, não é preciso dizer, diria até que é perda de tempo dizer algo quando se pode sentir. Vamos continuar vivendo a vida do jeito que for, nos divertir o quanto podemos, nos permitir só mais um momento, curto que seja, já é suficiente para fazer que pare por uma eternidade finita. Vamos nos permitir viajar por segundos, estes ao alcance do olhar. Prometo, dou a palavra que nunca me arrependerei de ter gasto esse nosso próprio tempo  ao seu lado. Então, o que está esperando para vir ficar perto de mim? Não pense, apenas sinta.

domingo, 12 de setembro de 2010

Diário secreto de Christine Evans


Nunca me apaixonei. Nunca. Não há em minha memória qualquer lapso em questão que me recorde de um sentimento funesto consumindo com todas as minhas energias. Gosto de pensar que não estou perdendo nada, mas é um tanto deprimente tal declaração quando me vejo com exatos 17 anos, sem ter nem ao menos experimentado desse vinho envenenado, em um cálice de cristal. Não vou me queixar de nunca ter arrumado um namorado, este não foi o problema, tive muitos deles, mas nenhum fez surgir o sentimento intrépido denominado amor.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Madame Mina



Seu olhar já falava por si só.
-        Preciso de um favor seu Pierre. – Mina estava sempre com a mesma postura requintada e séria.
-        O que a madame quiser, sabe bem que estou sempre a suas ordens. – o funcionário exemplar não passava do motorista da madame. Mina disse algumas palavras sussurradas em seu ouvido, as quais o motorista atendeu prontamente.
-        A suas ordens, madame Mina. Vou preparar o carro. – e saiu apressado a arrumar o carro para a viagem.
O interesse real de Mina estava em uma pasta que continha alguns de seus segredos mais resolutos. Precisava resgata-la antes que chegasse aos ouvidos de seu marido, ou qualquer coisa parecida. Apressou-se ao entrar no carro.
-        Corra Pierre, não tenho tempo a perder! – e o motorista obediente acelerou o belo volvo preto. Chegaram dali a pouco em um dos pontos da periferia.
-        Pare aqui Pierre.- A madame esperou seu empregado vir abrir sua porta. – Fique aqui. Eu não devo demorar.
-        Mas señora... – O sotaque argentino do motorista continuava ainda um pouco forte, apesar dos anos de estadia no Brasil.
-        Não precisa me acompanhar Pierre, nada vai me acontecer, pode ficar tranqüilo. – O olhar sério de Mina o tranqüilizou.
-        Sim señora.
Mina entrou por um beco imundo. Pessoas a olhavam com olhares reticentes, já a conheciam dos noticiários, mas nunca imaginariam que ela algum dia estaria ali. Mina parou em frente a uma casa de madeira, era muito pobre e suja. Deu duas batidas na porta.
-        Entre minha querida. – disse uma voz, vinda de dentro da casa. Mina entrou sem surpresa.
-        Sabe por que estou aqui Eduardo? – ela continuava com o semblante sério.
-        Sim. – Eduardo lhe mostrou um envelope, aquele que continha todas as provas do adultério de Mina. Eduardo estava sentado atrás de sua mesa.
-        Me entregue isso! – Mina se lançou em cima da mesa com o intuito de alcançar o envelope. Eduardo a parou, segurando firmemente um de seus braços. Mina soltou-se com um safanão.
-        Seu safado. Quanto quer? – Mina abriu a bolsa e tirava um talão de cheques.
-        Você sabe bem que não é quanto, mas o que... – Eduardo era o tipo de homem cafajeste, que faria qualquer coisa por um rabo de saia. Passou a mão pelo rosto de Mina, que em reflexo afastou rapidamente o rosto. – Calma querida, quando tudo isso acabar, estaremos todos felizes: Você com seu envelope e eu, bem... Você sabe.
-        Nada disso. Ou me entrega o envelope e se contenta com o dinheiro, ou, morre. – Mina não demonstrava reação nenhuma ao que ela mesma dizia, já Eduardo ficou surpreso.
-        Seria mesmo capaz? – Mina mostrou-lhe o quão capaz era, tirando a arma de dentro da bolsa.
-        Você não me conhece Eduardo. – Apontou-lhe a arma.
-        Está bem. – Com um sorriso um tanto constrangido e meio amedrontado, Eduardo aceitou o cheque. Entregou o envelope. – Não precisava ser desse jeito, minha Mina.
-        Agora é tarde, Boa noite, Ed. – um disparo certeiro foi suficiente. Mina escondeu o revolver em um pano negro e o colocou novamente dentro da bolsa. Saiu da casa com naturalidade.
-        Vamos Pierre? – ela disse, colocando a bolsa em um canto.
-        Tudo certo señora? – perguntou o motorista, dando partida.
-        Sim, sim, só mais um assunto resolvido. – Mina pela primeira vez mudara seu semblante, dera um singelo sorriso ao motorista.  

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Adeus





Não bastava apenas ir embora e lhe dizer adeus. Tinha que dar a última olhada, que seria quase como o pedido para voltar se você o retribuísse da mesma forma. Porém, não dessa vez. Você já ia longe quando meus olhos atentos lhe procuravam incessavelmente. Não há lágrimas para chorar por você, mas, não há mera indiferença, você fez seus estragos por aqui, entendo que já esteja na hora de partir e acabar com isso. Não há tristeza nem felicidade, apenas o sentimento de alivio. Pela primeira vez eu poderia respirar, não havia mais aquele que me sufocava. Não que eu não quisesse você por perto, mas a liberdade me soava melhor nesse momento. Apenas nesse momento, pois eu sei que logo que eu sentir sua falta vou querer voltar, sei também que já vai ser tarde demais.  

Tendência assassina

Já que todos tem seu lado macabro rs


Acordei com essa maldita tendência assassina. Olhares fixos, se contorciam para decifrar meu rosto, vozes emudecidas que não necessitam ser proferidas para entendermos seu significado. Por que isso não sai da minha cabeça? As pessoas já me olhavam diferente. Por que eu não consigo mudar essa cara?! Um segundo se passa e o semblante volta ao normal, a máscara se coloca em seu lugar. Por mil diabos! Que mania é essa de querer que todos sumam? É apenas mais um pouco de rancor guardado, que se acumula e precisa ser liberado alguma hora. Passa uma, duas horas, ainda o desejo de fazer sangue jorrar por entre as paredes imundas do colégio.Vou até a cozinha, esta permanece deserta como da primeira vez que estive ali. Retiro a adaga da gaveta mais alta. Brilha, engrandece o ser que a carrega. Com as mãos cobertas por aquele líquido vermelho e denso, acabo sendo descoberto:
-        Menino! Mas que diabos você fez?! – o inspetor me observava incrédulo, imaginando as coisas terríveis que se passaram naquele lugar.
-        E...Eu precisava extravasar em alguma coisa. Desculpe. – as mãos cobertas com aquela gosma vermelha foram até a boca. Lambi os dedos. O inspetor me olhava agora com certa indignação e buscava em todos os cantos da vasta cozinha a prova do crime.
-        Aonde está? – o inspetor gritou, quase em desespero. Olhei para baixo por instante, resposta a pergunta do inspetor. Ele se aproximou rapidamente.
-        Mas que... – Ele parou em frente a mim. Sua face indignada transformou-se em segundos. Ele entendera o que ali se passava.
-        Geléia de morango tio! – Ofereci o pote e ele sentou-se ao meu lado, devorando a geléia junto comigo.


sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Selo de premiação (sem mérito algum) do projeto creare:

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Arrependimento...


Aonde foi minha lucidez? E todas aquelas idéias de fazer o certo, ir com calma e pensar duas vezes antes de fazer qualquer besteira? O arrependimento machuca. Bendita frase que diz: “Se arrependimento matasse...”. Preferia agora estar morta e enterrada a sete palmos abaixo da terra ao invés de ter que me lembrar dos erros que cometi no passado. Passado obscuro. O pior é ser lembrada a todo o momento que eu cometo erros, sempre os mesmos, e por pura mediocridade. Às vezes nem as lágrimas são suficientes para aliviar o peso e a dor do arrependimento. 

terça-feira, 31 de agosto de 2010

E esse tal de amor?!

E esse tal de amor... Não sei direito como te perguntar isso, mas, como funciona? Eu sei que todo mundo diz muitas coisas a respeito, do tipo: “Faz seu coração bater mais rápido”; “Te faz suar frio”; “Te dá tremedeira só em ver a pessoa”. Será que é isso mesmo? E se eu me apaixonasse e não me sentisse assim, não seria paixão ou amor? Por que motivos todos criam uma definição para o indefinível?! Eu acho que o amor não é qualquer coisa que se possa rotular ou colocar um título bonito para soar como verdadeiro, mas quem sou eu para dizer algo sobre o amor se eu mesma nunca me senti assim? Chega de elaborar questões sem resposta. Queria é saber como é sentir-se desse jeito que quase todos se sentem. Aquilo que todos dizem ser padecer no paraíso. É só a mania de querer apressar o que não pode ser apressado, fazer correr o tempo do relógio. Enquanto eu não descubro o que essa palavra de apenas quatro sílabas e com um milhão de significados diz, eu aceito a definição de Camões:

“Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?".

                                               Luís Vaz de Camões 

domingo, 29 de agosto de 2010

Menina dos cabelos verdes


“Não quero ser diferente”. Em seus olhos azuis apagados enxergava-se uma vontade de ter sua vida de volta. Não eram tristes, apenas tinham perdido algo que lhes era importante: O brilho. Por que seus olhos não tinham mais o brilho inicial? Fora deixado para trás, assim como sua alegria, que fora parcialmente esquecida em uma parte distante em seu cérebro; Precisava que alguém a aceitasse do jeito que era, mesmo tendo suas diferenças. “Queria ser como todo mundo”. A menina de cabelos verdes dizia a si mesma, por mais que soubesse que nunca seria como eles. Tentava se imaginar como os outros, mas logo que se olhava no espelho tinha a sensação de que nunca encontraria alguém tão diferente como ela. “Diferente por fora e por dentro”, pensava enquanto arrumava os cabelos em um coque improvisado. Em sua aula rotineira de violino libertava-se deixando a música encontrar as respostas pelas quais ela estava à procura. “Não preciso ser igual, a minha diferença já me faz parecida a eles, ninguém é igual a ninguém”. Então se confortava na música, a menina dos cabelos verdes.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Carta para Steve

Por que não postar os textos?! Minha imaginação as vezes vai além de apenas contornos em uma folha em branco. As vezes ao invés dos desenhos o que surge são palavras. Escrever, um hobbie, um hábito, um amor!
Meu primeiro texto: Destinado ao projeto Criare (criare textual).




Para Steve (melhor amigo e também imaginário)

Sabe bem que é o único que posso contar. Tenho algo simplesmente apavorante para por para fora. Não suportarei mais se não lhe contar. Entrarei em colapso em alguns minutos. Não há melhor maneira, vou lançar as palavras no papel como um jato saindo com pressão pela torneira da cozinha. Leia-as atentamente, eu estou falando sério!
Recebi um sinal, sei o dia em que morrerei! Exatamente dia 30 de outubro de 2011, meu caro amigo... Isso não é magnífico?! E quem me contou desse meu tortuoso destino é alguém mais específico que um médico, um vidente ou um djin! Meu caro, acredite, Deus falou-me em um sonho! Não é extraordinário?! Eu sei, estou-me rindo disso até agora. Mas está claro que minha fixa ainda não caiu, não por completo. Espere um momento...
Steve estou prestes a morrer! Tenho que fazer mil coisas importantes antes de partir dessa para melhor, mal sei por onde começar. Estou quase enlouquecendo. De-me mais um instante... Pronto, recompus-me. Necessito de um abraço. Não somente isso, necessito de um homem, preciso me casar, se morrerei daqui a um ano preciso propagar a espécie, deixar meus bens para alguém. Preciso escrever um livro, plantar uma árvore, lamber flocos de neve, e andar nua em uma praia de nudismo. Subir o morro Everest? Não, não quero me matar antes do tempo, mas caçarei borboletas, visitarei os corais marinhos, traçarei o contorno do A do oceano Atlântico, ganharei campeonatos de bebedores de coca-cola, e depois disso, virarei vegetariana. Sei bem que se tudo isso não passar apenas de mais uma de minhas ilusões decrépitas irei sentir-me terrível. Mas que mal há em tentar aproveitar ao máximo o restante de vida que tenho? Eu sei Steve, foi apenas um sonho, mas misericórdia! Foi um sinal colega, não consegue notar?! E lhe digo mais uma coisa: Não esperarei até dia 30 de outubro de 2011. Se foi mesmo um sinal de Deus ele há de me provar isso agora mesmo! Que a coragem não me falte a hora que puxar o gatilho. Até mais ver, precioso amigo! No três: 1,2,...!
Fim.

domingo, 22 de agosto de 2010

Para início de conversa

Para início de conversa.
Era a personagem de uma história que eu havia criado, não me lembro mais seu nome, eu acabei perdendo a história mas a personagem ficou, chamo-a de menina-raposa, por falta de imaginação!


Sobre a srta.M.

Por que este srta.M.? Não, não quer dizer que eu sou emo u_u'... É apenas gostar de fazer coisas diferentes, gostar de inventar. Seria chato se escrevesse Memórias de Melanye Sprenger. Sem graça. Tem os que dizem que é apenas minha mania de por sr, srta, sra, em tudo. Eu só acho mais engraçado, mais interessante. Aqui vou expor um pouco das minhas invenções malucas, que são no mínimo o máximo do que eu gosto! Já que eu nasci com o dom da criação de contornos vou expô-los, para apreciação ou desgosto de quem quer que os veja. Fica o  convite aos que procuram invenções diferentes.